terça-feira, 18 de julho de 2017

Diário de Um Cinéfilo

Cenas com muita ação de Até o Último Homem, filme baseado na história real de Desmond Doss (interpretado por Andrew Garfield), o primeiro soldado a alegar imperativo de consciência e ser condecorado com a Medalha de Honra do governo americano. Doss se recusava a pegar em armas e a matar, por motivos pessoais e religiosos, mas mesmo assim se alistou no Exército durante a Segunda Guerra Mundial porque acreditava ser a coisa certa a fazer. Depois de uma batalha sangrenta em Okinawa, salvou sozinho algo entre 50 e 100 soldados feridos, deixados para trás no alto de um penhasco quando a companhia bateu em retirada. O filme conquistou seis indicações ao Oscar – filme, direção, edição, mixagem de som, edição de som e ator, com Andrew Garfield. É a prova de que Mel Gibson foi reabilitado por Hollywood depois de anos no ostracismo pelos comentários preconceituosos contra judeus e homossexuais que eclodiram em meio à litigiosa separação da pianista russa Oksana Grigorieva, por quem foi acusado de violência doméstica, outro rasgo em sua reputação.
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